QUEM SOMOS

 

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instituto brasileiro de ética nos negócios

EM QUE ACREDITAMOS

“Conduzir os negócios com excelência Ética fazendo o que é certo” é a única maneira aceitável das empresas atuarem. 
E esta responsabilidade está nas mãos de cada um de nós, porque as empresas não tem vida, são as pessoas que dão vida as empresas.

Portanto, da assistente ao presidente, todos tem que ter em mente: “Não se renda a desonestidade. Não se entregue a desvios de conduta.                   Torne-se escravo da Ética. Com integridade conquistamos um caráter inatacável e trilhamos um caminho de sucesso.
                                                   Quando muitos optam pelo errado, a Ética sussurra: Faça a coisa certa!”

 

conquistando o maior prêmio

Agindo deste modo, as empresas receberão o maior prêmio que pode ser conquistado neste competitivo mercado globalizado:
serem reconhecidas publicamente como uma “Empresa Ética“, se tornando ainda mais admiradas por seus Stakeholders.

                                       Além do mais, poderão sonhar também com colaboradores 100% éticos em 100% do tempo!

 

eticabilidade

Desta maneira, poderemos vislumbrar a “Eticabilidade” que diz respeito a
ser bom, fazer a coisa certa e transformar o mundo em um lugar melhor.

 

Valores

Pro atividade

Inovação
Comprometimento
Ação
Dedicação

Ética

Integridade
Transparência
Honestidade
Idoneidade
Seriedade

o QUE motivou a fundação da instituição?

 

Esta é uma pergunta sobre a qual muitas pessoas têm curiosidade. Douglas Linares Flinto não acordou um dia e disse a si mesmo: “Vou fundar o Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios”. Muito menos isso foi motivado por ambição institucional ou desejo de projeção pessoal. Naquela época — assim como ainda hoje — somos a única instituição no Brasil dedicada exclusivamente à promoção da Ética nos Negócios em sua verdadeira essência, inclusive entre estudantes universitários, os líderes empresariais de amanhã. Porque, de fato, não existe maneira legítima de as empresas operarem que não seja por meio de uma conduta ética. Responsabilidade ambiental, compromisso social, governança corporativa, compliance, transparência, integridade e accountability não são conceitos isolados; são todos pilares de uma mesma base ética.

A verdadeira motivação surgiu da própria trajetória do fundador do Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios como executivo.

Depois de trabalhar na Shell Brasil e na Ipiranga, Douglas Linares Flinto foi contratado pela Agip do Brasil, então controlada pela gigante italiana do petróleo Eni, a maior e mais influente empresa da Itália, tendo o Estado como acionista controlador.

Em 2001, quando assumiu temporariamente o cargo de Gerente Regional de Vendas em Cuiabá, descobriu um esquema multimilionário de corrupção e fraudes internas, orquestrado e liderado pelo seu superior direto. As irregularidades envolviam parcerias com revendedores de combustíveis, propriedade oculta de caminhões-tanque, operação clandestina de postos de serviço por meio de laranjas e emissão de notas fiscais fraudulentas para grandes empresas industriais do estado de Mato Grosso. Tudo isso foi posteriormente investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis e encaminhado ao Ministério Público após apurações conduzidas pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

Naquele momento, Douglas Linares Flinto enfrentou o maior dilema ético da sua vida: “o que fazer quando o seu chefe direto está enchendo os próprios bolsos?”. A resposta estava no Código de Ética da Eni, que ele havia recebido dois anos antes, quando assinou o contrato de trabalho como Gerente de Vendas Trainee. Como acontece em muitas empresas, o código foi apresentado na integração funcional e depois praticamente esquecido em uma gaveta. À medida que Douglas Linares Flinto relia cada parágrafo, ficava cada vez mais convencido de que precisava denunciar o que havia descoberto.

No entanto, sua preocupação era óbvia: “e se alguém mais acima na hierarquia também estivesse envolvido?”. O próprio Código de Ética respondia: “A empresa proíbe qualquer forma de retaliação”.

Motivado e tutelado pelo Código de Ética da Eni, Douglas Linares Flinto tocou o apito, prestando denúncia aos canais competentes da empresa.

O desfecho foi devastador. Ele se tornou vítima da própria denúncia! Executivos que haviam sido denunciados — incluindo membros da diretoria da Agip do Brasil — forjaram uma narrativa para transformá-lo de denunciante em suposto cúmplice. Douglas Linares Flinto foi demitido em 2001, colocado em uma “lista negra” e nunca mais conseguiu retornar ao mercado corporativo. Sua carreira foi abruptamente destruída, e a aposentadoria foi tirada de suas mãos.

Seguindo tanto a letra quanto o espírito do Código de Ética da Eni, ele recorreu ao Comitê de Ética no Brasil e, posteriormente, ao Conselho de Administração da empresa em Roma. Nunca recebeu resposta. Ainda assim, em 2002, uma força-tarefa italiana veio ao Brasil e demitiu sistematicamente todos os gerentes regionais envolvidos na fraude, chegando por fim ao diretor comercial, que foi flagrado recebendo vantagens indevidas.

Dois anos depois, em 2004, a Eni vendeu seus ativos brasileiros à Petrobras. Seus colegas honestos permanecem lá até hoje. Douglas Linares Flinto não. A subsidiária brasileira da Eni o fez “perder a oportunidade” de construir uma carreira promissora.

Desde então, ele fez contato com cinco conselhos de administração da Eni (2002, 2009, 2014, 2020 e 2023). A empresa escolheu o silêncio, narrativas de vitimização e ataques à sua honra e reputação — incluindo um documento oficial publicado no site corporativo em 2017, intitulado “Perguntas e Respostas antes da Assembleia dos Acionistas”, no qual ele foi representado por um acionista crítico, Sr. Mauro Meggiolaro.

Além disso, a Eni moveu três ações judiciais contra Douglas Linares Flinto, todas com as características clássicas de uma ação SLAPP (Strategic Lawsuits Against Public Participation): duas ações cíveis e uma criminal (2010, 2017 e 2022, respectivamente), todas alegando calúnia e difamação.

Sua única arma de defesa tem sido a exposição pública da verdade! O site Eni’s Way e seu perfil no LinkedIn servem como plataformas para documentar uma história que, em 2026, marcará 25 longos, dolorosos e solitários anos de luta para recuperar seu nome, honra e reputação.

Foi dessa experiência extrema — de testemunhar, confrontar e sobreviver às consequências de uma conduta empresarial antiética — que nasceu o Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios.

Douglas Linares Flinto não se arrepende de ter sido — e ainda ser — um “whistleblower”? Absolutamente não. Ele faria tudo de novo!

Mesmo conhecendo o preço pessoal, profissional e emocional que pagou — e ainda paga —, ele escolheria o mesmo caminho. Porque integridade não é conveniência. Ética não é retórica. É uma decisão. E existem decisões que definem quem somos.

 

 

 

Diretoria Executiva

Douglas Linares Flinto
Fundador e Diretor-Presidente

Cícero Rodrigues de Oliveira
Vice-Presidente

Fabio Hilkner Silva
Diretor de Relações Internacionais

Marcelo Pissaia
Diretor Administrativo-Financeiro

Ricardo Vieira
Diretor Jurídico e de Expansão Internacional

Roberto Fraga
Diretor de Projetos Empresariais e Educacionais

Fabio Gomes
Secretário Executivo

Edivaldo Berteli Reolon
(in memoriam)
Diretor Honorário

Para se comunicar com a Diretoria Executiva favor enviar sua mensagem para diretoria@eticanosnegocios.org.br

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1. As "Empresas Parceiras" são autorizadas a divulgar nossa logomarca no website corporativo. Já a utilização em qualquer outro meio ou finalidade, dependerá de prévia e expressa autorização.
2. Nossa instituição não é certificadora da Ética nos Negócios e nem fornece qualquer tipo de “selo” com esta finalidade.
3. Caso seja necessário, o Instituto de Ética nos Negócios poderá contribuir com empresas para a implantação do Programa Ética & Compliance para Pequenas e Médias Empresas ou mesmo do Código de Ética, sendo este trabalho desenvolvido apenas por diretores, gerentes ou consultores ligados à nossa instituição. E, neste caso, com o devido pagamento dos serviços prestados e das despesas de viagem, se for o caso.

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